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Artigos Semanais
Série Mistérios - A Atlântida, mito ou realidade
10/09/2014

Há muitas lendas que se tornam realidade e outras que ficam como mito e se perdem da memória dos historiadores. Quando Homero escreveu sobre Tróia e sua destruição, não passava para os historiadores de mito criado por esse poeta que entre outras coisas conta que os Deuses viviam e se relacionavam com os humanos. No entanto, o mito se transformou em verdade quando o arqueólogo alemão Heinrich Schliemann descobriu a cidade de Tróia, na Turquia, encontrando inclusive a coroa da bela Helena e vestígios irrefutáveis do incêndio ocorrido a 1220 a.C.

Você já ouviu falar da Atlântida? O continente que desapareceu onde hoje é o oceano atlântico? Pois bem, Platão (428-347 a.C) o primeiro a mencioná-la, nas obras de Timeu e Crítias. Segundo ele, o povo de Atlântida “vivia numa ilha situada para além dos pilares de Herácles, onde o Mediterrâneo terminava e o Oceano começava”.

Quando há muito tempo, os Deuses andavam sobre a Terra, (Como dizia Homero) a cidade de Atenas pertencia à Deusa Atena e Hefesto, porém Atlântida tornou-se parte do reino que pertencia a Poseidon, Deus dos Mares.

Segundo Platão, a capital deste continente ficava numa ilha, cercada de muros e com canais de navegação, formando sete anéis maravilhosos, e cada parte de terra era dedicada a um órgão como política, administração, comércio, etc., bem ao centro um poderoso e maravilhoso palácio- Templo, todo de ouro e prata.

Quanto a data da destruição, ele disse que sucedeu 9.000 anos antes de seus escritos, que somam 11.500 anos atrás. Período que coincidem com o dilúvio universal bíblico e com um suposto Tsunami que varreu a terra. Platão descreve assim o desaparecimento: “Mas depois ocorreram ali violentos terremotos e inundações e num único dia e noite de infortúnio, todos os seus guerreiros afundaram na terra e a ilha de Atlântida desapareceu nas profundezas do mar.”

O que se sabe é que foi uma civilização adiantada, altamente politizada, cuja riqueza era distribuída equitativamente entre seus habitantes. Que seu governante, o Deus dos mares, Poseidon, há dividiu em império e cada um de seus filhos governava sabiamente este continente que foi o mais próspero de sua época.

Verdade ou não, recentemente foi encontrado no fundo do mar, vestígios de uma cidade que fora tragada pelas águas, com construções faraônicas. Para os esotéricos, espíritas e videntes como Edgar Cayce (1877-1945) a Atlântida é uma realidade que ainda está por ser descoberta.

Assim como Tróia deixou de ser uma lenda para ser um fato, a Atlântida e o dilúvio universal, estão na eminência de se torná-lo também. Não há um só povo antigo em todos os continentes que em suas histórias e tradição não falem de uma raça que desapareceu pelas águas e todas ela falam de que os homens daquela época, apesar de grande avanço, estavam degenerados, sexual, moral e eticamente. A ganância e o materialismo estremado os levaram a se afastarem da fonte de vida que é a energia que tudo cria e nutre e como conseqüência veio a destruição.

Além de Platão: Antigos escritos dos astecas e dos maias, como o Chilam Balam, Dresden Codex, Popuhl Vuh, Codex Cortesianus e Manuscrito Troano, também foram traduzidos como histórias da destruição da Atlântida e Lemúria. O livro Oera Linda, da Holanda é considerado um dos mais antigos livros já encontrados. Ele fala sobre a destruição da grande ilha atlântica por terremotos e ondas tidas.

O antigo historiador grego Diodorus escreveu que milhares de anos antes dos fenícios, havia uma imensa ilha atlântica (no local em que Platão descreveu que a Atlântida estava);

Os hieróglifos fenícios foram encontrados em numerosas ruínas nas selvas da América do Sul e são tão antigas que as tribos indígenas próximas perderam as lembranças de quem as construiu;

O grego Kantor relata uma visita ao Egito, onde ele viu uma coluna de mármore com hieróglifos sobre a Atlântida;
O historiador grego Ammianus Marcellinus escreveu sobre a destruição da Atlântida;
Plutarco escreveu sobre o continente perdido no seu livro Vidas;

Heródoto, considerado por alguns como o maior dos historiadores antigos, escreveu sobre a misteriosa civilização da ilha no Atlântico e uma cidade nela se localizava exatamente onde a expedição do Dr. Asher encontrou exatamente isso;
O historiador grego Timagenus escreveu sobre a Guerra entre a Atlântida e a Europa e disse que as tribos da antiga França diziam que ela era seu lar original;

Pinturas brilhantes em cavernas francesas mostram claramente pessoas usando roupas do século 20: uma pintura levou a um complexo de pirâmides subterrâneo. O historiador e arqueologista francês Robert Charroux o datou de 15.000 A.C.;
Claudius Aelianus se referiu à Atlântida em seu trabalho do século 3 – A Natureza dos Animais;

Theopompos, um historiador grego, escreveu sobre o enorme tamanho da Atlântida e suas cidades de Machimum e Eusebius e sobre uma idade de ouro, sem doenças e sem trabalhos manuais;

James Churchward escreveu diversos volumes de livros documentando escritos antigos que ele afirma ter traduzido a Sudoeste da Ásia, que se referem à Atlântida e Um, enquanto que o geólogo William Niven afirma ter escavado tabuletas idênticas no México;
O Dr. George Hunt Williamson, que escreveu diversos livros em sua pesquisa da Atlântida e Lemúria em 1950, era um explorador antropólogo que foi mencionado no “Who's Who” nos Estados Unidos. Ele escreveu sobre como os descendentes dos incas o conduziram a um antigo manuscrito num templo nas montanhas andinas, que falava sobre a destruição da Atlântida e de Um, que possuíam uma tecnologia avançada, por terremotos e ondas tidais. Williamson também visitou dezenas de tribos indígenas nos Estados Unidos e no México, que lhe contaram sobre a Atlântida e Um, incluindo os índios Hopi;
Tabuletas de Lhasa, Tibet e da Ilha de Páscoa. Está claro pelos escritos antigos, que a crença em Atlântida era comum e aceita pelos historiadores na Grécia, Egito e nos Impérios Maia e Asteca;

Os bascos da Espanha, os guals da França, as tribos das Ilhas Canárias e dos Açores, uma tribo na Holanda e dezenas de tribos indígenas, todas falam de suas origens em uma grande perdida e submersa terra atlântica.

Os alemães e os escandinavos nórdicos falaram de um continente desaparecido no Oceano Atlântico Norte, chamado Thule com a civilização de Hyperbórea nele localizada. Reportam que Thule se estreitou para o que atualmente é a capa de gelo do pólo norte, onde está enterrado sob milhas de gelo, por isso não podemos vê-lo. (ondehomenssetornamdeuses.com. br)
Enio Chiappetti

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