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Artigos Semanais
Série Mistérios A Terra Oca
03/09/2014

No interior da Terra há fogo líquido; e isso está demonstrado nas erupções, através dos vulcões, então, onde se encontra fundamentada a teoria da Terra oca? Esta teoria não se refere à que a Terra seja oca, é um equívoco! É que a Terra possui certos “bolsões” em seu interior e alguns destes bolsões são imensos. O senhor Samael Aun Weor, afirma que em algum lugar no pólo sul, há uma entrada para um destes lugares das entranhas da Terra. Diz ser realmente grande e que lá habita uma civilização que ingressou neste local, ainda no período Lemuriano.

Estudiosos desta área e esoteristas, afirmam que há dezenas de cidades escondidas dos homens e protegidas por campo magnético de qualquer radar. Há um local na região do misterioso roncador, Mato Grasso, em que nos referimos em artigo anterior, falando do Coronel Fawcett, que dizem haver uma cidade subterrânea chamada Lehtra e outra Ibes e uma terceira de nome Posit com 1.300.000 habitantes.

Na Califórnia dizem existir uma destas cidades com 1.500.000 habitantes, mais antiga do que qualquer civilização conhecida, seu nome é Telos.

No Himalaia se fala da cidade de Uighur: na Mongólia, Shingova; Herks, em Capilla Del Monte Córdoba e Iberá no lago de Iberá Argentina, Aurora, em Salto Uruguai, Anutéia e Mististlan na região de Machu Pichu.

A Terra, em suas entranhas, está repleta de cavernas e isso sim atestamos, que servem como respiradouro. São como veios que cortam a Terra, tendo, às vezes, ligações entre si; ou seja, entrando por uma destas cavidades subterrâneas pode-se sair em outro local, às vezes, muito distante da entrada. Dizem que o Roncador Brasil, tem ligação com a região de Machu Picchu, no Peru. É por eles que buscavam, os Espanhóis, encontrar o caminho que os levaria ao El Dourado, a cidade perdida da Amazônia que, contavam as lendas, eram suas casas de puro ouro.

Há inúmeras destas cavernas que valeria a pena comentar; algumas são bastante misteriosas, como a do México, onde sua altura chega a 100 metros e o fim dela nunca fora encontrado. Há um rio que surge dentro dela e aparece na superfície, num penhasco abaixo.

As estalactites e as estalagmite s formam desenhos, que variam de acordo à imaginação dos visitantes. Formam imagens, que vão desde Jesus Cristo, Nossa Senhora, às figuras de anjos, fadas ou gnomos, etc. Vale a pena conhecer este misterioso e esplendoroso local esculpido pela natureza.

Assim como este, existem milhares que nem se quer foram encontrados. Quando o povo Asteca, do México, começou a entrar em degeneração, seu comandante máximo, o imperador Montezuma, preocupado com a decadência e se sentindo responsável por seu povo, mandou chamar os magos de seu reino para uma reunião importante, onde queria decidir o que deveria fazer, de forma sábia, para salvá-los do caos.

Ficou decidido que os magos do reino iriam até a ilha de Tula, que ficava bem ao norte, onde habitavam seus ancestrais e de onde surgiu o povo Asteca, quando de lá vieram para a terra prometida – Tenochtitlán – onde hoje é a cidade do México.
Vale a pena salientar, que este período do qual nos referimos, antecede a chegada dos espanhóis na América e nesta época, a capital dos Astecas contava com mais de 200 mil habitantes; isso em plena decadência, caso contrário, não teriam sido dominados pelos espanhóis. Em “épocas de ouro” esta cidade era esplendorosa, como uma Veneza moderna, com suas ruas fluviais navegáveis, como demonstra ainda hoje o mosaico em pleno centro da cidade do México.

Bem, como foram eles até a ilha de Tula, em pleno Pacífico Norte? Não tomaram nenhum barco – e isso está escrito nas crônicas daquele povo – e sim, penetraram nas entranhas da Terra e sumiram, regressando meses depois com uma notícia ruim para o Imperador, com relação ao seu povo, pois estavam perdidos em pulque e alucinógenos.

O resto da história vocês conhecem: os espanhóis, com Hernám Cortés e seus homens, facilmente conquistaram estes, que outrora foram poderosos e sábios amantes da natureza e dos Deuses. Quem andava por estes orifícios eram conhecido por eles como os Ofíteas, os homens serpentes.

Enio Chiappetti

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