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Artigos Semanais
Série Mistérios Coronel Fawcett
13/08/2014

As lendas que envolvem mistérios de civilizações perdidas, estão por todas as partes. Vai desde a Atlântida (Platão) uma cidade capital com milhares de habitantes que desapareceu em uma grande catástrofe, até civilizações intreterrenas, sobreviventes desta inundação. (Deluvio Universal)

Uma destas histórias é a do Coronel Inglês Percy Harrison Fawcett (1867 – 1925) que com 20 anos de idade entrou para a Royal Artillery e acabou escalado para trabalhar no Ceilão, tornou-se um especialista em técnicas de sobrevivência na selva. Esteve na África e na Índia, sempre a serviço da Rainha e nestas andanças lhe foi entregue uma estatueta que pertencia a uma civilização muito antiga. Mais tarde tomou contato com um grupo de sábios que decodificaram a estatueta e soube que deveria vir ao Brasil encontrar a outra estatueta que estava nas mãos de um povo desconhecido e que habitavam numa cidade milenar na selva brasileira.

Quando já contava com 40 anos (1906) contou sua história a rainha inglesa e pediu-lhe permissão para realizar sua primeira expedição para o Brasil. Alguns dizem que veio a serviço da própria rainha para mapear a amazônia em um trabalho organizado pela Royal Geographical Society.

Fawcett realizou no total sete expedições entre 1906 e 1924, interrompidas por chamados da rainha, questões familiares ou pela primeira guerra mundial onde serviu ao exército britânico, durante ou logo após o fim da guerra retornou ao Brasil para estudar a fauna e arqueologia local. Porém tinha uma missão secreta, encontrar uma civilização perdida na selva sobreviventes do dilúvio universal.

Esteve na Bolivia e Peru, sempre procurando pistas de Létha ou a cidade perdida de Z. Por décadas exploradores e cientistas tentaram descobrir vestígios da expedição que buscava a "Cidade Perdida de Z", que teria sido a capital de uma civilização esquecida.

Por volta de 1925 o coronel Fawcett deu sua última investida. Munido de mapas que assegurava o destino, segundo cartas e depoimentos da sua esposa, deveria levar seu filho que tornar-se-ia um lider deste povo e assim convidou seu filho mais velho, Jack Fawcett, para acompanhá-lo nesta derradeira missão em busca da cidade perdida, a qual ele tinha chamado de "Z". “Após tomar conhecimentos de lendas antigas e estudar registros históricos, Fawcett estava convencido que essa cidade realmente existia e se situava em algum lugar do estado do Mato Grosso, mais precisamente na Serra do Roncador. Curiosamente antes de partir ele deixou uma nota dizendo que, caso não retornasse, nenhuma expedição deveria ser organizada para resgatá-lo. O seu último registro se deu em 29 de maio de 1925, quando Fawcett telegrafou uma mensagem a sua esposa dizendo que estava prestes a entrar em um território inexplorado acompanhado somente de seu filho e um amigo de Jack, chamado Raleigh Rimmell. Eles então partiram para atravessar a região do Alto Xingú, e nunca mais voltaram”. (http://pt.wikipedia.org/)

Eu estive no roncador, pessoalmente me encontrei com uma pessoa que se intitula guardiã da entrada da cidade perdida. Esta pessoa me disse, em plena selva na região do Roncador: “Coronel Fawcett, entrou por este portal e vive com seu filho em uma cidade intraterrena”, apontando para uma entrada como uma gruta. Passamos em sua companhia pelo portal e adentramos em um imenso salão. Estalactites e estalagmites por todos os lados, andamos por longo tempo e fomos recomendados a voltar.

Passei a noite nesta gruta em companhia de minha esposa e minha filha que contava com 7 aninhos, aliás foi picada por abelhas que fez com que nunca se esquecesse desta viagem.
Não vi o Coronel Fawcett, não encontrei a cidade perdida, mas de uma coisa estou certo centenas de pessoas já desapareceram em busca de pistas que levasse ao desaparecimento do Coronel. A própria rainha enviou 21 soldados especializados em sobrevivência na selva, mas ninguem encontrou. Sua esposa garantia ter em mãos uma carta escrita por seu marido, dizendo ter encontrado o que buscava.

Recentemente seu neto esteve no Roncador, mais para ouvir a história de seu avó do que por procurar pistas propriamente.
Enio Chiappetti

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