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Vejamos o que diz antropologo e... Samael Aun Weor, segundo suas investigações: continuação
30/04/2014

A sétima sub-raça ária ainda não existe, porém existirá e estará formada pelos sobreviventes do novo grande cataclisma, que muito cedo destruirá a raça ariana.

Naqueles reinos da Ásia central, hoje desaparecidos e cujas ruínas ainda existem nos Himalaias, ao redor do Tibet e naqueles outros países, como Goblândia, Marapleicie, etc., todos eles situados no coração da Ásia, existiram as poderosas civilizações espirituais da primeira sub-raça ária.

Em Perlândia, a terra sagrada dos vedas, a velha Índia, e em todas essas regiões do sul da Ásia, existiram formidáveis culturas esotéricas e tremendas civilizações onde se desenvolveu a segunda sub-raça ária.

Babilônia, antes da sua decadência, Caldéia e os seus augustos mistérios, Egito e as suas pirâmides, foram o cenário de ricas e poderosas civilizações criadas pela terceira sub-raça ariana.

Atenas, a grande cidade fundada pela Deusa Atena e Roma, antes da sua degeneração e destruição, foram o cenário maravilhoso onde se desenvolveram as poderosas civilizações da quarta sub-raça ária.


A primeira e a segunda guerras mundiais, com toda a sua barbárie e corrupção moral, assinalam, com o seu dedo acusador, os homens e mulheres da quinta sub-raça ária.

A América Latina é o cenário da sexta sub-raça, já que os nossos primos do norte, os "gringos", são ainda demasiado anglo-saxões.

A raça Ária, em vez de evoluir, involuiu e a sua corrupção, agora, é pior que a dos atlantes; a sua maldade é tão grande, que já chegou ao céu; a raça Ária será destruída, para que se cumpra a profecia que Ra-Mu fizera na submersa Atlântida:

"Se eles se esquecerem de que devem ser superiores não pelo que adquirem, mas pelo que dão, a mesma sorte lhes tocará".

Realmente, a raça ária é uma fruta podre, uma fruta que cairá da árvore da vida, sob o peso de sua própria podridão.

Os estudantes ocultistas se enchem de infinito horror, quando revisam a história da Atlântida nos registros akáshicos da natureza, porém, os atlantes tiveram religião e, neste sentido, foram menos degenerados que os sequazes do marxismo-leninismo, que odeiam de morte a todos os princípios religiosos.

Os iniciados sentem indizível pavor psíquico, quando recordam aquela mulher, de beleza maligna e sedutora da antiga Atlântida, aquela rainha Katebet dos tristes destinos, que governou soberana em todos os estados do sul do continente submerso e na poderosa cidade das portas de ouro.

Realmente, não existe na história dos Bórgias e dos Médicis perversidade semelhante; aquela beleza maligna cativava com a sua necromancia, seduzia com os seus encantos a príncipes e reis, fascinava-os com seus embelezamentos e muitas donzelas e crianças foram imoladas em seu nome às tenebrosas entidades dos mundos infernos.

A medicina sacerdotal atlante descobrira, naquele tempo, o que hoje podemos chamar, cientificamente, de opoterapia humana, quer dizer, a aplicação aos enfermos e caducos dos sucos glandulares de pituitrina, tiroidina, adrenalina, etc.Aqueles sacerdotes-médicos, não só utilizavam a química das ditas glândulas endócrinas, hormônios e sucos, senão, também, a hiperquímica de tais glândulas, os fluidos psíquicos vitais dos chacras ou centros magnéticos do organismo humano, intimamente relacionados com tais centros endócrinos. As vítimas da imolação, depois de retiradas das pedras de sacrifício, eram levadas a certas câmaras secretas, onde os sacerdotes-médicos extraíam de tais cadáveres as preciosas glândulas endócrinas, tão necessárias para conservar o corpo da rainha fatal com todo o encanto e beleza de uma juventude que suportou o peso de muitos séculos.

O mais espantoso de tudo era aquele momento em que os sacerdotes, depois de extraírem secretamente as glândulas do cadáver, arrojavam-no às fanáticas multidões envilecidas que, sedentas, o devoravam; assim estes povos se tornaram antropófagos.

Analisando bem todas essas coisas, ficamos espantados, horrorizados, mas todas estas barbáries se tornam pequenas, parecem até ridículas, quando as comparamos com as atrocidades da primeira e da segunda guerra mundiais, com a monstruosa explosão da bomba atômica nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki.

Todas as barbáries da Atlântida resultam insignificantes ante as câmaras de gás, onde milhões de mulheres, crianças e velhos, despojados de suas roupas, morreram no mais infinito desespero.

Horrorizamo-nos com a bestialidade atlante, porém, milhões de vezes piores foram os bombardeios sobre a martirizada Londres, os campos de concentração, os fuzilamentos, os enforcamentos, as cidades destruídas pelas criminosas bombas, as enfermidades, a fome e o desespero.

Nunca na história dos séculos houve, antes, perversidade maior que a desta Raça Ária, caduca e degenerada e, para cúmulo dos males, agora levantou-se a Torre de Babel, com o propósito de conquistar o espaço infinito.

Se Aquele, o divino, não interviesse na conquista do espaço, em pouco tempo as hordas terrícolas assaltariam Marte, Vênus, Mercúrio, etc. e se repetiriam, naqueles mundos habitados, todos os crimes de um Hernan Cortéz no México ou de um Pizarro no Peru.

Se Isso, que não tem nome, se Isso, que é o Real, o Divinal, não interviesse agora, converter-se-ia em cúmplice do delito.

No mundo dos absurdos, não existe coisa mais absurda do que supor-se, por um momento sequer, essa mulher vestida de púrpura e escarlate de que nos fala o Apocalipse, essa grande Rameira Humana, cujo número é 666, conquistando outros mundos habitados com os seus famosos foguetes e coroada rainha e senhora do espaço infinito.
A nova catástrofe, que acabará com a raça Ária, é totalmente justa e absolutamente indispensável.
(Texto traduzido do original “MENSAJE SUPREMO DE NAVIDAD 1967 – 1968 – Autor: Samael Aun Weor)

Este homem, conhecido por suas investigações, profundas e detalhadas, acrescida de uma incrível capacidade intuitiva e de vidência, relata com precisão os fatos que sucedeu com a Atlântida de Platão.
Mas não ficamos ai, continuamos com nossa pesquisa, buscando os registros mais antigos e incontestáveis, em que venha demonstrar o que afirmamos. Seremos incansáveis na busca de fatos e documentos que possam, pelo menos, abrir nossos olhos com relação a nossa origem.

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