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Artigos Semanais
OS ARIANOS
26/03/2014

Vejamos o que diz antropologo e Samael Aun Weor, segundo suas investigações: continuação...

A época da submersão da Atlântida foi realmente uma era de muitas transformações geológicas. Emergiram, então, do seio profundo do imenso mar, outras terras firmes, que formaram novas ilhas e continentes. Alguns sobreviventes atlantes refugiaram-se no pequeno continente de Grabontzi, atual África, o qual aumentou de tamanho e extensão devido a que outras áreas de terra firme, que emergiram das águas vizinhas, somaram-se a ele.

O Golfo do México, antigamente, foi um formoso vale; as ilhas das Antilhas, as Canárias e a Espanha, são pedaços da submersa Atlântida.

O antigo mar de Kolhidius, situado a noroeste do continente então recém-formado e conhecido como Ash-Hartk (Ásia), mudou de nome e hoje se conhece com o nome de Mar Cáspio. As costas do Mar Cáspio estavam formadas por terras que, ao emergirem do oceano, se haviam unido ao continente da Ásia. A Ásia, o Mar Cáspio e todo esse "bloco" de terra junto, é o que hoje em dia se conhece como Cáucaso. Dito bloco, naqueles tempos, chamou-se Frian-Ktzanarali e, mais tarde, Kolhidishissi; porém, hoje em dia, como já dissemos e repetimos, é a Cáucaso.

Por aquelas épocas, um grande rio, que fertilizava toda a rica terra de Tikliamis, desembocava no Mar Cáspio; este rio chamava-se, então, Oksoseria e ainda existe, porém já não desemboca no Mar Cáspio devido a um tremor secundário que o desviou para a direita.

O rico caudal de águas deste rio precipitou-se violentamente pela zona mais deprimida do continente asiático, dando origem ao pequeno Mar de Aral; porém, o antiqüíssimo leito deste velho rio, chamado agora Amuda-rya, ainda se pode ver, como um sagrado testemunho do curso dos séculos.

A Atlântida passou por terríveis e espantosas catástrofes antes de desaparecer totalmente.

A primeira catástrofe sucedeu há 800 000 anos, pouco mais ou pouco menos; a segunda catástrofe ocorreu há uns 200 000 anos; a terceira faz uns 11 000 anos, da qual, como de seu dilúvio, guardam mais ou menos confusa recordação todos os povos.

Depois da terceira grande catástrofe, que acabou com a Atlântida, o antigo país de Tikliamis, com a sua formidável capital situada nas margens do já citado rio, que desembocava no mar Cáspio e que, mais tarde, deu origem ao mar de Aral, foi coberto, com todos os seus povos e aldeias, pelas areias e, agora, é somente um deserto.

Por aquelas épocas, desconhecida para um César Cantu e a sua história universal, existia na Ásia outro belo país, conhecido pelo nome de Marapleicie. Este país comerciava com Tikliamis e até existia entre ambos, muitíssima competição comercial.

Mais tarde, este país de Marapleicie veio a tomar o nome de Goblândia, devido à grande cidade de Gob.

Goblândia e a sua poderosa cidade foram tragadas pelas areias do deserto. Sob as areias do deserto do Gob acham-se ocultos riquíssimos tesouros atlantes e poderosas máquinas desconhecidas para este povo da raça Ária.

De quando em quando, as areias deixam a descoberto todos estes tesouros, mas ninguém se atreve a tocar neles, porque aquele que o intentar será morto instantaneamente pelos gnomos, que os guardam.

Somente os homens da futura Sexta Grande Raça poderão conhecer esses tesouros e isto sob a condição de uma conduta reta.

Muitos comerciantes de pérolas da Atlântida salvaram-se, refugiando-se na Perlândia, país conhecido hoje em dia como ÍNDIA.

Foram os atlantes que construíram as pirâmides egípcias e astecas; fundaram a civilização inca e estabeleceram os Mistérios na Índia, China, Egito, Yucatan, etc., etc., etc.

Desapareceu a Raça Atlante, tragada pelo mar. A dita raça teve sete Sub-raças, a última das quais, a sétima, corresponde aos sobreviventes da Grande Tragédia.

A semente de nossa Raça Ária é nórdica, porém ao mesclar-se com os sobreviventes atlantes, deu origem às Sub-raças do tronco Ário.

A primeira Sub-raça floresceu na Ásia Central. A segunda desenvolveu-se na Índia e em todo o Sul. A terceira criou as poderosas civilizações da Babilônia, Caldéia, Egito, etc.. A quarta desenvolveu-se em Roma, Grécia. Itália, etc. A quinta Sub-raça é a Anglo-saxônica e Teutônica.

Os grandes tratadistas da Antropogênese moderna, tais como H. P. B., Rudolf Steiner, Max Heindel e outros, cometeram o erro muito lamentável de supor que, nestes momentos, nos encontramos na QUINTA SUB-RAÇA da QUINTA RAÇA RAIZ, como se nós, os latino-americanos, não existíssemos, como se nós também fôssemos Anglo-saxões ou Teutônicos, ou algo equivalente.

É absurdo ignorar o fenômeno racial da América Latina; é claramente lógico que, da mescla dos conquistadores espanhóis com as tribos índios-americanos, resultou, de fato e por direito próprio, uma nova Sub-raça: A Sexta Derivação Ariana.

O trabalho de formação da sexta sub-raça, no território pele vermelha, foi muito mais difícil, porque os conquistadores ingleses, em vez de se mesclarem com os nativos indígenas, destruíram-nos, assassinaram-nos e só de forma muito insignificante e incipiente se realizou tal mescla de sangues; por isto, a Fraternidade Oculta, que governa os destinos do Mundo, se viu na necessidade de converter o território norte-americano num crisol de fundição de raças: nos EUA todas as raças do mundo se misturaram para formar [outro ramo] da Sexta Sub-raça, com enorme dificuldade.

A sexta sub-raça na América Latina formou-se facilmente e isto é algo que não devem ignorar os tratadistas da Antropogênese e do ocultismo.

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