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Vejamos o que diz antropologo e... Samael Aun Weor, segundo suas investigações:
19/03/2014

"No velho Egito dos faraós, os sacerdotes de Saís disseram a Sólon, que a Atlântida havia sido destruída 9000 anos antes de conversarem com ele.

Num antigo manuscrito maia, conservado no Museu Britânico, pode-se ler o seguinte: "No ano 6 de Kan, o II Muluc, no mês Zrc, ocorreram terríveis terremotos, que continuaram, sem interrupção, até o 13 Chuen. O país das colinas de barro, a terra de Mu, foi sacrificada. Depois de duas comoções, desapareceu durante a noite, sendo constantemente estremecida pelos fogos subterrâneos, que fizeram com que a terra afundasse e reaparecesse várias vezes e em diversos lugares. No fim, a superfície cedeu e dez países se separaram e desapareceram. Afundaram-se 64 milhões de habitantes, 8000 anos antes de se escrever este livro".

O famoso dr. Paul Scliemann, que teve a alta honra de haver descoberto as ruínas da velha Tróia, achou, entre o tesouro de Príamo, um estranho jarrão de forma muito peculiar, sobre o qual estava gravada uma frase com caracteres fenícios e que, textualmente, dizia: "Do rei Kronos da Atlântida".

É interessante saber que, dentre os objetos desenterrados em Tlahuanaca, América Central, foram encontrados jarrões muito semelhantes aos do tesouro de Príamo; quando ditos jarrões misteriosos foram intencionalmente quebrados, com propósitos científicos, encontraram dentro deles certas moedas, nas quais se podia ler, com clareza, uma frase que dizia: "Emitida no templo das paredes transparentes".

Falando esotericamente, diremos que todo Templo de Mistérios, que todo lumisial gnóstico é, de fato, um templo de paredes transparentes, com o infinito estrelado por teto, porém, o templo mencionado nos jarrões misteriosos, era a tesouraria nacional atlante.

Nos arquivos do antigo templo buddhista de Lhassa, pode-se ler, ainda, uma inscrição caldaica muito antiga, escrita 2000 anos antes de Cristo, que diz: "Quando a estrela Baal caiu no lugar onde agora só existem mar e céu, as sete cidades, com as suas portas de ouro e templos transparentes, tremeram e sacudiram como as folhas de uma árvore batida pela tormenta. E eis que uma onda de fogo e fumo se elevou dos palácios e os gritos de agonia da multidão encheram o ar. Procuraram refúgio em seus templos e cidadelas e o sábio Mu, o sacerdote de Ra-Mu, apresentou-se e lhes disse: "Não vos predisse isto?" E os homens e as mulheres, cobertos de pedras preciosas e de brilhantes vestiduras, clamaram dizendo: "Mu, salva-nos, e Mu replicou: "Morrereis com vossos escravos e com vossas riquezas e, de vossas cinzas, surgirão novas nações. Se os seus habitantes se esquecerem de que devem ser superiores, não pelo que adquirem, mas pelo que dão, a mesma sorte lhes tocará!" As chamas e o fumo afogaram as palavras de Mu e a terra
se fez em pedaços, submergindo com os seus habitantes, nas profundezas, em poucos meses".

A civilização atlante não pôde, ainda, ser superada pela nossa tão cacarejada civilização moderna. Os atlantes também conheciam a energia atômica e a utilizavam na paz e na guerra.

A ciência atlante teve a tremenda vantagem de estar unida à magia: fabricavam-se robôs extraordinários, que eram controlados por certo tipo de elementais superiores. Estes robôs, assim dotados de inteligência, pareciam seres humanos e serviam fielmente aos seus amos. Qualquer robô podia informar ao seu dono sobre os perigos que o ameaçavam e, em geral, sobre múltiplas coisas da vida prática.

Tinham os atlantes máquinas tão extraordinárias e maravilhosas, como aquela que, telepaticamente, podia transmitir, à mente de qualquer ser humano, preciosa informação intelectual. As lâmpadas atômicas iluminavam os palácios e os templos de paredes transparentes. As naves marítimas e aéreas do velho continente submerso foram impulsionadas por energia nuclear.

Os atlantes aprenderam a desgravitar os corpos à vontade. Com um pequeno aparelho, que cabia na palma da mão, podiam fazer levitar qualquer corpo, por pesado que fosse.

O Deus Netuno governou, sabiamente, a Atlântida. Era digno de se ver o templo sacratíssimo deste Deus Santo. As paredes ou muros prateados de dito templo assombravam por sua beleza; as cúpulas e tetos eram todos de ouro maciço, da melhor qualidade; o marfim, a prata, o ouro e o bronze luziam no interior do templo de Netuno, com todos os régios esplendores dos antigos tempos.

A gigantesca escultura sagrada do mui venerado e mui sublime Deus Netuno era toda de ouro puro. Aquela inefável estátua misteriosa, montada em seu belo carro puxado por exóticos corcéis e a respeitável corte de cem nereidas, infundiam, na mente dos devotos atlantes, profunda veneração.

As cidades atlantes foram florescentes enquanto seus habitantes permaneceram fiéis à religião de seus pais, enquanto cumpriram com os preceitos do Deus Netuno, enquanto não violaram a lei e a ordem; porém, quando profanaram as coisas sagradas, quando abusaram do sexo, quando se mancharam com os sete pecados capitais, foram castigados e submergidos, com toda as suas riquezas, no fundo do oceano.

Os sacerdotes de Saís disseram a Sólon: "Todos os corpos celestes, que se movem em suas órbitas, sofrem perturbações que determinam no devido tempo, uma destruição periódica das coisas terrestres por um grande fogo".

Continua próxima semana...

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