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Artigos Semanais
O mundo que Criamos
14/11/2012

Para entendermos melhor o exposto na semana passada e dar clareza ao que buscamos com este artigo, se faz necessário imaginarmos que a mente individual do homem somada a de todos os seres humanos, criam uma mente coletiva e esta mente coletiva influencia a conduta ou até determina o comportamento da massa.

Todas as coisas criadas pelos homens e certos movimentos telúricos e cósmicos "é fruto, espelho de uma mente coletiva, uma resposta a algo que está acontecendo na cultura contemporânea, algum tipo de "verdade" que está sendo absorvida em forma de osmose, (ressonância mórfica) sendo captada por vibrações atômicas, celulares". (Laura Botelho)

Para que uma determinada coisa criada, venha fazer parte da mente coletiva, se faz necessário antes que ela atinja um número mínimo de pessoas (mentes individuais), só assim ela é absorvida na mente coletiva.
Repetindo, quando uma coisa é feita por um número "x" de pessoas, isso penetra nesta mente coletiva ou planetária e passa a ser de domínio público.

Este número "x" é a questão, alguns cientistas definem a este número a raiz quadrada de um por cento. Quando um número de pessoas faz a mesma coisa, esta coisa passa a ser de todos e todos podem fazê-la. Seguindo o exemplo dos macacos do artigo anterior.

Mas hoje falaremos do poder da mídia.

Dizem que a televisão, como exemplo, retrata o costume das pessoas e isso não é verdade, todo ao contrário, a televisão cria hábitos e costumes no telespectador. Esse poder que movimenta as pessoas e as joga de um lado para outro como marionetes, não é a mente coletiva das pessoas, é uma mente minoritária, mas que pelo acesso que tem pela televisão ligada em milhares de lares, imediatamente atinge o numero "x" de mentes individuais, e aquilo passa a fazer parte da mente coletiva e daí é acessada por todos. É isso que causa a mudança nos hábitos das pessoas tão repentinamente.

Exemplos: Se nós mostrarmos na televisão, em um programa assistido por milhares de pessoas, que o ato sexual entre pessoas do mesmo sexo é normal, válido, bonito e que as pessoas ficam mais inteligentes, em pouco tempo vemos essa prática sendo realizada por muitas pessoas que nem se questionam, para eles é como se aquilo fizesse parte de suas vidas sempre.
Por outro lado se nós mostrássemos, através de estudos científicos, que este ato é prejudicial para o aspecto psicológico e mental do individuo, podendo levá-lo a confundir o que é certo do que é errado, perdendo a noção de limites, levando a degeneração física e moral, veríamos que gradativamente diminuiria essa prática.

Agora você imagina milhares de mentes desavisadas, deixando-se levar sem questionamento pelo que nos mostra a mídia, sendo bombardeada de notícias de estupro, homicídios, assaltos, roubos, traição, adultério, filhos rebeldes que não aceitam mais as orientações dos pais, cenas que mostram o quanto os pais são burros e os filhos inteligentes, dá para imaginar o futuro da humanidade.
As cenas de desastres que insistentemente é mostrada em filmes catastróficos como: inundações, terremotos avassaladores, tsunamis desproporcionais... Tudo isso está criando na mente coletiva estas desgraças que aos poucos vão se materializando pelo poder da mente coletiva.

Estamos sendo bombardeados com drogas lícitas e não lícitas medicamentos que controlam nossas vidas (dor, insônia, depressão, diabetes, colesterol, etc.) fazendo destas doenças coisas normais e não se busca mais a cura. Na verdade, dizem, estas doenças não têm cura e se convive de forma normal com elas e somos totalmente controlados pelo maior poder econômico do mundo, os laboratórios químicos.

Os cigarros são associados com tremendas aventuras, a bebida de álcool com prazer e sucesso, os corruptos como pessoas inteligentes, que entorpece qualquer tipo de mente.

Faz-se necessário, cada vez mais, utilizar um filtro a tudo o que vemos e ouvimos. Temos que ser artífices de nosso próprio destino e não ser levados como animais para o brete. Pobre humanidade, cria sua própria desgraça e depois se desespera e culpam os outros, a natureza e até a Deus pela desgraça que bateu a sua porta.

Existe outra forma de viver. Existe outro mundo aqui e agora, que está a espera de uma mente coletiva que o queira, que detone o gatilho para a alegria, a saúde, a felicidade e a vida sem tempo cronológico. Tudo isso falaremos no próximo capítulo - "O mundo que Queremos".

Enio Chiappetti

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